A Cidade

História  de  Choró Limão.


Ceará - CE 

Histórico  
           O antigo povoado de Choró hoje município tem sua origem centrada pelas dificuldades. 
Assim como tantos outros municípios do Nordeste. O então distrito do Choró surgiu numa época 
ruim. De seca onde mais uma vez o Ceará se via castigado por uma grande estiagem. 
           Mais um vez a solução encontrada era a açudagem. Assim como já tinha acontecido com o 
açude nas encostas da serra do Estevão. Traria água em abundância e ao mesmo tempo salvaria 
lavouras de fazendas circunvizinhas. 
           E como em todo lugar onde existem trabalho e água existe fartura e muita gente, não tardou 
muito, com a notícia da construção do açude veio gente de toda a parte a procura de emprego na 
obra. Muitos deles resolveram ficar construíram famílias, criaram laços e aos poucos ia surgindo o 
Choró de hoje. Primeiro um povoado, algumas fazendas, depois vila, distrito e hoje município.  
Gentílico: choroense 
Formação Administrativa 
  
            Distrito criado com a denominação de Choró, pelo decreto estadual nº 1156, de 04-12-
1933. 
            Em divisão administrativa referente ao  ano de 1933, o distrito de Choró, figura no 
município de Quixadá. 
            Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1955. 
            Elevado à categoria de município com  a denominação de Choró, pela lei estadual nº 4447, 
de 02-01-1959, desmembrado de Quixadá. Sede no antigo distrito de Choró. Constituído de 
distritos: Choró, Caiçarinha, Daniel de Queiroz ex-Muxipo e Dom Maurício, todos desmembrados 
do município de Quixadá.  
           Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de distritos: Choró,
Caiçarinha, Daniel de Queiroz e Dom Maurício. 
            Pela lei estadual nº 6800, de 21-12-1963, foram criados os distritos de Marajá e Muquém e 
anexados ao município de Choró. 
           Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído de 6 distrito: 
Choró, Daniel de Queiroz, Caiçarinha, Dom Maurício, Marajó e Muquém. 
           Pela lei estadual nº 8339, de 14-12-1965, o município de Choró é extinto, sendo seu 
território anexado ao município de Quixabá. 
           Em divisão territorial datada de 31-XII-1968, Choró é distrito de Quixadá. 
           Assim permanecendo em divisão territorial datada de 17-I-1991. 
           Elevado novamente à categoria de município com  a denominação de Choró, pela lei 
estadual nº 11926, de 27-03-1992, desmembrado de Quixadá. Sede no antigo distrito de Choró. 
Constituído de 2 distritos: Choró, Caiçarinha. Desmembrado de Quixadá. Instalado em 01-01-
1993. 
            Pela lei municipal nº 27, de 15-09-1993, foram criados os distritos de Barbada Maravilha e
Monte Castelo e anexado ao município de Choró. 
           Em divisão territorial datada de 1995, o município é constituído de 5 distritos: Choró, 
Barbada, Caiçarinha, Maravilha e Monte Castelo 
           Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1999. 
           Pela lei municipal nº 172, de 13-11-2001, é criado o distrito de Santa Rita e anexado ao 
município de Choró. 
           Em divisão territorial datada de 2007, o município é constituído de 6 distritos: Choró, 
Barbada, Caiçarinha, Maravilha, Monte Castelo e Santa Rita.   
Complemento.            

Suas raízes têm como referência o ajuntamento de operários empregados na construção de barragens e açudes com o aproveitamento das águas do Rio Choró, no lugar Boqueirão do Limão, tendo como responsável o engenheiro Thomaz Pompeu Sobrinho (1932/34).
Evolução Política: O agregamento rápido e de caráter cosmopolitano, transformou simples acampamento em povoado, de sorte que em 1933, consoante Dec-Lei nº 1.156, de 4 de dezembro desse ano, elevou-se o arraial à realdeados em Amontada, de onde seriam remanejados para Tutóia (|(categoria de Distrito.
Município, conforme Lei nº 4.447, de 2 de janeiro de 1959 e suprimido na forma da Lei nº 8.339, de 14 de dezembro de 1965. Restaurado, em definitivo, segundo Lei nº 11.926, de 27 de março de 1922, mantendo o nome atual.
Igreja: Tem como precedente o patrimônio eclesial cuja doação se deve a Benedito Paracampos e sua mulher D. Mimosa Paracampos. A capela, dedicada a São Sebastião e localizada ao sopé da Serra do Estevam, tem como data de fundação o dia 20 de janeiro de 1952, com instalação a 1º de março de 1953.